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domingo, 17 de fevereiro de 2008

MACARRÃO DO BOLÃO



Soube de muitos casos hilários devido à falta de conhecimento do comportamento adequado em eventos e quanto à correta utilização dos utensílios à mesa.

Muitas pessoas se sentem tão constrangidas em determinadas ocasiões, que não usufruem das comidas, bebidas e companhias.

Presenciei algumas situações em que isso ocorreu, inclusive numa festa maravilhosa em que a minha convidada, por não se sentir à vontade, pediu-me para irmos embora.

Mas nada se compara com o que vivenciei no Bar do Bolão, reduto dos notívagos, boêmios, intelectuais e descolados de Belo Horizonte, que o freqüentam lá pelas tantas da madrugada em busca de sustância para combater a noitada.

Um senhor de uma mesa ao lado, depois de esperar pelo seu pedido, uma deliciosa macarronada, caiu de cara dentro do prato colocado à sua frente.

Este episódio me recordou histórias narradas por escritores que, por vezes nos surpreendem com inesperados acontecimentos como esse, que achamos irreais, mas acontecem.

Lógico que o grau de alcoolismo do cavalheiro citado acima estava além dos limites, o que nos remete ao ridículo que muitas vezes as pessoas se submetem por não serem moderadas.

Assim fica a minha deixa de que os excessos podem ser muito lesivos, prejudicando ao autor em seus relacionamentos pessoais e profissionais.

2 comentários:

Lu disse...

Pudim de cachaça à bolonhesa é demais. Mas esse aí não fez mal a ninguém. O pior são os que bebem e acabam com a noite dos outros.
Beijão.

Anônimo disse...

Luiza, o que fazer com comentários indesejados nos nossos blogs?
Abrs de Anonimous.