quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

VAIDADE MASCULINA




Segundo o professor de História da Indumentária João Braga, embora nos séculos XVII e XVIII o homem ostentasse peruca, saltos altos e se empoasse, a partir do século XIX deixou de se enfeitar e começou a utilizar um vestuário de trabalho na época: o terno.

Adquiriu uma imagem austera e a preocupação com a aparência, com roupas e falar sobre moda era um assunto reservado às mulheres, até pouco tempo, pois os homens não adentravam nesta área ou o faziam secretamente.

Quem ousasse era visto com suspeita, partindo do princípio que vaidade não combinava com masculinidade e podia afetar a imagem do cidadão.

Nos anos 50 o jeans veio quebrar esta austeridade e, atualmente, os homens têm muita flexibilidade ao escolher o traje, mas ainda perduram conflitos do que vestir e as mulheres continuam a auxiliar seus companheiros no momento das compras.

Os homens que transitam sobre a questão, assumem seu gosto pessoal e desenvolvem seu estilo próprio, despertando admiração e servindo de inspiração para muitos seguidores.

O fato da família possuir conhecimentos sobre o trajar torna-se uma boa referência. E observar é fundamental para que o homem adquira informações a respeito e tenha noção do que utilizar.

A indumentária adequada comporá a imagem pessoal, assim o terno é solicitado para encontros formais, uma calça e camisa social sempre denotam elegância em eventos sociais, sendo que o jeans e uma boa camisa poderão ser usados em ocasiões informais.

O importante é ter boa postura, vestir-se de acordo com o estilo pessoal e com o ambiente, para se sentir confortável e passar credibilidade.

Para maiores informações ler o post “Gênero dos trajes”.

Fonte: Góes, Marta. Um assunto de homem. Revista Isto É. 16/09/98

2 comentários:

Luciano Vinícius de Carvalho Castro disse...

"O importante é ter boa postura, vestir-se de acordo com o estilo pessoal e com o ambiente, para se sentir confortável e passar credibilidade."

Eis o segredo!!! Ótima matéria!!!

Luiza Miranda disse...

Oi Lu,
Obrigada pelo comentário!
Um abraço,
Luiza